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Faz parte da formação desta equipe um programa de treinamento interno e externo, tanto na área técnica quanto na área de qualidade.
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Gestão para a Sustentabilidade
Projeto ABNT BID Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas no Brasil
Projeto ABNT BID Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas no Brasil

Nos últimos quatro anos, a ABNT desenvolveu o projeto “Fomento dos Gases de Efeito Estufa e a Verificação por Terceira Parte em Pequenas e Médias Empresas (PME) no Brasil”, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O objetivo principal do projeto foi dar apoio técnico às PME para elaborarem inventários de emissões e identificarem oportunidades de melhorias de seus processos, além da ABNT obter sua acreditação como um organismo verificador de inventários corporativos, em conformidade com normas e protocolos internacionalmente aceitos. Até hoje, as iniciativas voluntárias de GEE no Brasil tinham envolvido apenas empresas de grande porte. Pela primeira vez foram disponibilizados recursos para auxiliar as PME na capacitação de pessoal e na implementação de um sistema de gestão de GEE.

O projeto contou com a participação de importantes instituições como ABDI, BNDES, CNI, FIESP, FINEP, FIRJAN, INMETRO, MMA, SEBRAE e UERJ no seu comitê gestor e de grandes empresas, como ArcelorMittal, Braskem e Odebrecht, que têm nesta importante iniciativa um forte alinhamento com suas estratégias relacionadas a mudanças climáticas.

O projeto capacitou profissionais que trabalham com as PME na realização de seus inventários de emissões e várias instituições importantes como o INMETRO, INEA e SENAI. A capacitação englobou as normas da série ABNT NBR ISO 14064 e protocolos de GEE, com foco no Programa Brasileiro GHG Protocol. Pela primeira vez no Brasil, foram capacitados verificadores líderes em inventários de emissões de GEE.

Também realizamos seminários em todo o Brasil, com o objetivo de sensibilizar as empresas a participarem ativamente do projeto, elaborando seus inventários de GEE e projetos de redução de emissões. Outra externalidade positiva foi o desenvolvimento de dois Guias Metodológicos para auxiliar as empresas, um direcionado à elaboração dos seus inventários de GEE, e outro à realização de ações de redução de emissões, conjuntamente com ações de melhoria no processo e na gestão da organização, visando à redução de seus custos operacionais através da otimização de processos e da redução do consumo de energia.


Com as parcerias de importantes instituições como IST Ambiental, do grupo FIRJAN, a PROAMB, bem como das empresas All Gás e AMBIO para auxiliar as empresas na elaboração dos seus inventários de GEE, e o convênio realizado com o Carbon Discosure Project – CDP, foi possível alcançar a meta de 203 empresas assistidas pelo projeto na elaboração do inventário corporativo de emissões de GEE.

Munidas de melhores ferramentas, como os guias metodológicos e estudos de caso desenvolvidos, e capacidades, com os treinamentos ministrados pelo projeto, as PME conseguem buscar uma transição mais eficiente e novos mecanismos para a busca de uma economia de baixo carbono.


O cenário econômico no Brasil e mundial é um fator crítico, demonstrando a fragilidade desse tema perante fatores econômicos externos. Entretanto, em 2015, o novo Acordo de Paris, e o maior engajamento de países como Estados Unidos e China, deram um novo enfoque no tema. O Brasil, como um dos líderes dos países em desenvolvimento nos fóruns e estabelecendo metas de redução, mostra um fortalecimento da sua política nacional e convoca a participação mais ativa das empresas, principalmente com a elaboração de inventários e projetos de mitigação. A ABNT e o BID acreditam que este projeto contribuirá para fortalecer a liderança do Brasil em ações contra a mudança climática e modernização das empresas.


No final do projeto foram realizados seminários de transferência do conhecimento gerado no projeto com o Instituto Nacional de Normalização (INN) no Chile, a Indecopi no Peru, o BID em Washington, o Ministério de Meio Ambiente e o BID no Panamá e o Ministério de Meio Ambiente e o Icontec, na Colômbia. Foi também elaborado um estudo prospectivo sobre o comportamento dos países e das empresas em relação às mudanças climáticas na América Latina. Para a ABNT, este tipo de projeto deve servir de exemplo e base para o desenvolvimento de ações voltadas para o fortalecimento da consciência sustentável do País.


Com a acreditação da ABNT como Organismo de Verificação (OVV) de Inventários de GEE no Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade, colocamos à disposição das empresas de todos os setores e portes, mais um serviço com a marca de excelência ABNT.



*Todo o material elaborado no projeto está disponibilizado no portal

www.abntonline.com.br/sustentabilidade
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Gestão para a Sustentabilidade
Estudantes desenvolvem recursos digitais em favor do meio ambiente
Projetos do desafio por equipe Soluções Sustentáveis em TI, na Olimpíada do Conhecimento, é direcionado a consumidores ou empresas.

Um sistema de controle de energia para residências, um aplicativo que gerencia a destinação de descartes eletrônicos e outro que mapeia os pontos de coleta de lixo, ou ainda um software que transforma o resto de construções civis em crédito de carbono, que pode usado como pagamento de serviços.

A criatividade não tem limites na turma que disputa o desafio por equipes na modalidade Soluções Sustentáveis em TI. Desde a última quinta-feira (10), estudantes de Tecnologia da Informação de Santa Catarina, Alagoas, Paraná, Roraima e Rio de Janeiro estão debruçados em seus projetos, aguardando a decisão que acontece hoje no último dia da Olimpíada do Conhecimento.

Nesta prova, as equipes têm que apresentar soluções digitais inéditas com foco em sustentabilidade social, econômica e ambiental. O projeto pode ser direcionado a consumidores ou empresas e os participantes devem ter pelo menos um representante das profissões Soluções de Software para Negócios, Web Design e Gestão de Sistemas de Redes TI.

A gestão do negócio inclui, inclusive, um orçamento limite de R$ 35 mil, que foi suficiente para os estudantes de Cuiabá (MT) desenvolverem um sistema de automação residencial de baixo custo. Um dos integrantes do time, Júlio Vaz, de 19 anos, explica que o dinheiro foi usado para desenvolvimento do software, componentes e até para a construção de uma maquete da residência beneficiada pelo sistema.

“O controle é todo feito através de um smartphone ou tablet, que é capaz de ligar e desligar, à distância, as lâmpadas, tomadas, portão eletrônico, eletrodomésticos”, explica Vaz.

A expectativa do estudante e dos outros três colegas de grupo é a prova final. Para que o sistema funcione, a única exigência é o acesso à Internet como explica Leonardo Pacheco, 20 anos, outro integrante da equipe mato-grossense.

Há outras obrigatoriedades previstas no regulamento. No local de competição, os estudantes têm que estruturar uma rede física e wireless, com segurança de rede implementada, para acesso pelo usuário a partir de estações de trabalho, smartphones e tablets.

Além disso, o aplicativo desenvolvido será acessível para sistemas iOS e Android e ainda ser disponível para download na Internet. Ele ainda deve possibilitar que o usuário preencha um formulário e, com base nos dados, a ferramenta informe a estrutura de desenvolvimento e suporte à solução.

Jogos virtuais
No mesmo espaço onde acontece a competição por equipe, os desafios individuais também atraem muito o público, como o de Soluções em Software, onde seis estudantes elaboraram, em uma hora, um jogo com base em banco de dados e parâmetros, utilizando softwares ou aplicativos voltados para desenvolvimento em net ou java.

Após o fim da prova, os participantes tiveram alguns segundos para explicar seus jogos e a escolha ficou para o público, através do sistema Televoto. O vencedor veio do Paraná: Gustavo Cavalcanti, que desenvolveu um game semelhante ao “Asteróides”, onde uma nave dispara laser para destruir os objetos, mudando de fase na medida em que os desintegra. Em segundo lugar ficou Gabriel Vasconcellos, de Santa Catarina, e em terceiro, João Vítor, de Alagoas.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/especial-publicitario/senai/olimpiada-do-conhecimento/2016/noticia/2016/11/estudantes-desenvolvem-recursos-digitais-em-favor-do-meio-ambiente.html?utm_source=facebook&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar
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Notícias
Nove em cada dez pessoas respiram ar poluído, diz OMS
Organização Mundial da Saúde classifica problema como emergência de saúde pública.

Organização Mundial da Saúde afirma que problema é responsável por mais de 6 milhões de mortes ao ano. Situação é mais grave em países pobres.


Um estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde nesta terça-feira (27/09) revela que 92% da população mundial vive em áreas onde a qualidade do ar excede os limites estabelecidos pela entidade.

Segundo a OMS, uma em cada nove mortes no mundo está relacionada ao ar excessivamente poluído em ambientes fechados ou abertos - o que contribui para derrames, problemas cardiovasculares e câncer de pulmão, entre outras doenças.


A poluição atmosférica é responsável por cerca de 3 milhões de mortes por ano. "E a poluição em ambientes fechados pode ser tão mortal quanto", diz a OMS em comunicado. Em 2012, estima-se que 6,5 milhões de mortes (11,6% do total de mortes no mundo) tenham sido associadas aos dois tipos de poluição.

O nível de partículas finas - com diâmetro menor que 2,5 micrometros - considerado aceitável pela OMS é de 10 microgramas por metro cúbico. Essas partículas incluem poluentes como sulfato, nitratos e carbono.

Alerta para países pobres

O novo modelo de qualidade de ar desenvolvido pela OMS em parceria com a Universidade de Bath, no Reino Unido, foi feito com base em dados de satélites e estações de monitoramento em solo em mais de 3 mil localidades, tanto rurais quanto urbanas.

Quase 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, e dois terços, em regiões do Sudeste Asiático e do oeste do Pacífico. O Turcomenistão tem a taxa mais alta de mortes per capita devido à poluição atmosférica, segundo a classificação da OMS, seguido por Tajiquistão, Uzbequistão, Afeganistão, Egito e China.

"Há duas coisas acontecendo. Uma é que os países ricos estão ficando melhores em termos de elevar a qualidade do ar. A outra é que os países mais pobres estão ficando piores. Essa é uma tendência geral", afirma Carlos Dora, coordenador de fatores ambientais e sociais para a saúde da OMS.

Emergência de saúde pública

O especialista aponta que a situação é melhor nos EUA do que na Europa devido à maior dependência dos europeus ao diesel e a políticas agrícolas que geram mais amônia e metano.

Ele também afirma não haver evidências de que máscaras como as usadas sobre o rosto em muitas partes da Ásia ajudem a reduzir a exposição a partículas finas.

Segundo Dora, apesar de aparecer em sexto lugar no ranking de maior número de mortes per capita relacionado à poluição atmosférica, o país está fazendo um uma "quantidade incrível de coisas" para lutar contra o problema, como carros não poluentes. Mas usinas térmicas movidas a carvão, a queima doméstica de carvão e madeira para produzir energia e o transporte continuam sendo grandes geradores de poluição no país, disse o especialista.

A poluição do ar afeta praticamente todos os países do mundo. "É uma emergência de saúde pública", afirma Maria Neira, chefe do departamento de saúde pública e meio ambiente da OMS, afirmando que é preciso agir rápido contra o problema. Ela apelou para que governos reduzam o número de veículos nas ruas, melhorem o manejo do lixo e promovam combustíveis limpos para cozinhar.

Fonte: Climatempo
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José Ribeiro de Araújo Júnior - Diretor - Garden Projetos e Meio Ambiente
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